Rede sociais ajudam idoso a manter a mente ativa
A 3º idade de longe sendo a fase de se aposentar, descansar, enfim… ir desacelerando… com os avanços da medicina a população está ficando cada vez mais “velha” e com isso a aposentadoria está sendo algo prolongado!
E com avanços as pessoas estão se modernizando e por isso as redes sociais e a internet estão chegando aos “idosos”.
Eu acho isso otimo assim os “idosos” evitam entrar em depressão com as perdas inevitaveis da vida e profissional.
Abaixo um texto muito legal falando sobre isso, com depoimentos muito legal: http://www.infoextra.com.br/noticias/redes-sociais-ajudam-idosos-a-manter-mente-ativa-4210.html
Até breve
Carol
Síndrome da fome noturna
| Hoje escolhi um texto bem legal sobre aquela fome que algumas pessoas sentem a noite!Como não é uma mensagem da internet é da revista OneTouchConvida, tive que postar ela na integra!!Espero que gostem!
Até mais! Carol |
| É comum deslizar vez ou outra no cuidado com a alimentação ou beliscar qualquer bobagem altas horas da madrugada, mas o que não é comum é tornar isso um hábito e acabar prejudicando a saúde.”A síndrome da fome noturna é caracterizada por falta de apetite pela manhã e insônia e excesso de fome à noite. Não se sabe ao certo a origem dessa necessidade, se origina ao dormir e faz com que a pessoa acorde para saciá-la ou, se origina após a pessoa acordar. Porém, acredita-se no envolvimento da melatonina 1 e leptina2 liberadas pelo cérebro durante o sono”, declara a Nutricionista Clínica do Hospital Sírio-Libanês, Silmara Rodrigues Machado.Essa síndrome, pouco conhecida e muitas vezes ignorada como problema, acomete inúmeras pessoas, que não buscam ajuda por pensarem se tratar de um comportamento normal, e é essa falta de cuidados logo no início do problema que pode trazer sérios problemas. Alguns especialistas e estudiosos acreditam que possa haver relação entre a síndrome e o nível de estresse da pessoa, além de problemas emocionais.
Contudo, é importante buscar auxílio médico assim que for notada a troca dos horários em que o organismo libera a sensação da fome e não somente quando o ganho de peso já estiver em estágio considerável. Normalmente, o aparecimento da síndrome ocorre em indivíduos de ambos os sexos com idade entre 20 e 30 anos. Apesar disso, as mulheres buscam mais orientação médica do que os homens. Nem sempre os pacientes têm consciência do que estão fazendo nesses momentos, existem casos em que alguns têm consciência dos arroubos alimentares noturnos; outros têm lembrança parcial e há os que não se lembram de nada e só vão se dar conta do que aconteceu, no dia seguinte ao acordar e se deparar com um pacote de bolacha recheada vazia, um prato de comida sujo na pia da cozinha ou em caso extremo, quando o parceiro informa que viu a pessoa comendo e ela após saciar-se voltou a dormir sem ao menos perceber a presença do companheiro. Dificilmente alguém levanta à noite para comer uma torrada integral com leite desnatado, os alimentos mais atacados na madrugada são os mais calóricos, como por exemplo, bolos, sorvetes, doces, geléias, entre outros. Quem tem a síndrome da fome noturna faz esses “lanches” à noite, antes ou após iniciado o sono, e tem a sensação de que sem esses “lanches” não seria possível dormir. “Em casos extremos, muitas pessoas chegam a sair no meio da noite, caso não encontrem nada “apetitoso” em casa. Somente depois de satisfeitas é que conseguem tranqüilizar-se e dormir de novo. Uma das características dessa síndrome é que, uma vez alimentadas, essas pessoas conseguem adormecer rapidamente”, exalta a nutricionista. A especialista indica que “ao entrar em tratamento deve-se substituir os alimentos mais calóricos por outros que dêem maior sensação de saciedade como, por exemplo, os alimentos ricos em fibras (alimentos integrais, folhosos, farelo de aveia, entre outros)”. É preciso lembrar que essas indicações devem ser incorporadas a sua dieta diária de consumo e que nunca devem ser sobressalentes a esses valores. O que se come durante o dia influencia totalmente esse distúrbio comportamental noturno, “normalmente estas pessoas têm perda de apetite pela manhã e comem o equivalente a 50% da ingestão alimentar total diária após as 19 horas, quando o metabolismo é mais lento”, revela a nutricionista Silmara Machado. Para tratar essa síndrome é importante que primeiro o paciente esteja ciente de que tem um problema, e depois, com o auxílio de uma equipe médica (que pode contar com psiquiatra, endocrinologista, nutricionista, psicólogo e educador físico) descobrir qual a melhor forma de regular a alimentação para voltar a ter uma boa qualidade de vida. “Para quem tem diabetes, o excesso de alimentação, principalmente à noite quando o metabolismo está mais devagar, pode agravar situações de hiperglicemia”, alerta a nutricionista, lembrando ainda que “adequação e educação alimentar, evitar longos períodos de jejum, alimentar-se seis vezes ao dia (desjejum, colação, almoço, lanche, jantar e ceia), e variar o consumo de verduras, legumes e frutas são fundamentais para prevenir o surgimento dessa síndrome”. Mantenha o bom controle do nível glicêmico, pratique exercícios orientados regularmente, e não esqueça do cuidado constante com a alimentação, porque a noite é feita para dormir. Bons sonhos! Dicas para evitar a síndrome da fome noturna - Programe sua alimentação corretamente e não passe mais de três horas sem se alimentar, pois caso contrário a fome pode chegar à noite. - Respeite os horários do dia e procure compensar aquilo que não foi feito no horário anterior. Se você, por exemplo, não comeu adequadamente no café da manhã, procure compensar à tarde. - Faça exercícios regularmente. Essa é uma boa forma para relaxar, livrar-se do estresse e controlar o impulso por comer. - Mantenha sua geladeira livre de alimentos muito calóricos. - Evite situações que possam tirar sua atenção durante as refeições, como assistir televisão. Isso faz com que as pessoas nem percebam o quanto estão comendo. - Ao chegar em casa procure descansar. Cada dia reserva suas próprias preocupações. A tentativa de resolver os problemas antecipadamente pode acarretar numa fuga à alimentação compulsiva. Por Iris Nunes Rodrigues |
Intercâmbio: uma experiência para toda a vida
| Acho intercambio uma experiência incrível, tive a minha na época de colégio e após retornar virei uma incentivadora desta prática!
Imagino que para os pais é um sofrimento, como diz meu pai – que foi meu empurraozão – minha mãe ficou os 6 meses que eu estava fora sem conversar com ele, mas vale muito a pena! Não voltei apenas fluente no idioma, mas voltei com uma experiencia de vida que demoraria muito tempo para ter! Enfim, passei a dar valor a pequenas coisas e a enfrentar diversas adversidades! Mas quando seu filho tem diabetes, isso pode ser tornar um impendimento enorme, né? Bem, é uma barreira a ser enfrentada, mas não deve impedir a viagem! Por isso separei o texto da Revista OneTouchConVida falando dos benefícios do intercambio e as precauções que deve ser realizada pelos diabeticos. Espero que gostem! Até mais! Carol |
| Num mundo globalizado o domínio de idiomas é mais que bem vindo, mas não é tudo. A maturidade para enfrentar desafios e o respeito às diferenças são cada vez mais valorizados. É também uma oportunidade de autoconhecimento.Por isso os intercâmbios atraem tanto interesse e adeptos a cada ano. Só no Brasil, estima-se que pelo menos 120 mil brasileiros passem por essa experiência, segundo Maura Leão, presidente da Brazilian Educational & Language Travel Association (Belta), entidade que congrega 90% das empresas do setor.
Maura conta que ela própria fez intercâmbio em 1967. Foi para os Estados Unidos. Lembra que, na época, as ligações telefônicas internacionais eram difíceis e caras. Em 12 meses, falou apenas três vezes com a família. Os contatos eram feitos por carta. Hoje, ela se prepara para mandar o filho para um ano de estudos na Alemanha e sua única preocupação é com a distância e a saudade. Não tem dúvida de que a experiência será, para ele, tão importante quanto foi para ela. De lá pra cá, tudo melhorou não só em termos de comunicação, mas também na organização e na variedade de opções de intercâmbio. Não há limite de idade, embora a maioria dos viajantes esteja na faixa entre 18 e 25 anos. Hoje o mercado oferece desde cursos de férias até versões que mesclam o aprendizado do idioma com especializações, esportes e diversas outras áreas como gastronomia e arte. Uma viagem desse tipo costuma causar muito mais preocupações para os pais, principalmente aqueles que têm filhos com doenças crônicas. Quase tudo é acertado previamente, antes do embarque do intercambista: duração, tipo de curso, acomodação e atividades a serem desenvolvidas, assim como as exigências das escolas e o perfil da família que deverá hospedar o jovem. Na prática, é a escola que diz se aceita ou não a matrícula do jovem interessado. É ela que avalia se tem ou não condições de receber o aluno. Antes da viagem, as empresas que promovem o inter- câmbio procuram traçar um perfil do estudante. Há até um formulário próprio sobre o estado de saúde do jovem. O seguro saúde é obrigatório em qualquer caso. O próprio interessado informa suas condições. Muitos se esquecem de informar detalhes que podem ser importantes durante a viagem. É o caso das alergias, diz Maura. Doenças crônicas, como diabetes, não impedem as viagens. O aconselhável é que o estudante leve os medicamentos e os insumos necessários para todo o período da viagem (ou pelo menos para o período de adaptação), além de receitas e um histórico médico em inglês ou no idioma do país de destino. O risco de uma hipoglicemia, num país estranho e longe de todos, era a maior preocupação da médica Dra. Anna Stella Carvalho, quando a filha Lailla, de 21 anos, decidiu fazer um intercâmbio no Canadá “Fiquei com medo de a minha filha passar mal e não saber pedir ajuda. Uma hipoglicemia pode acontecer a qualquer momento. A alimentação lá é totalmente diferente e, logo, a contagem de carboidratos e os horários da insulina também são diferentes. Como na época o controle dela não era dos melhores, achei que não se adaptaria”, explica a Dra. Anna Stella. A mãe de Lailla tinha razão. Logo na chegada Lailla sofreu a primeira hipo. Uma tempestade de neve atrasou os vôos em Toronto. Foram seis horas de espera, mais fila para recuperar a bagagem. A glicemia caiu, mas por sorte deu tempo de comprar um refrigerante. Lailla passou 40 dias em Calgary, vivendo numa casa de família canadense. A família não sabia que Lailla tinha diabetes, mas não demorou muito para descobrir. Já na recepção ofereceram sorvete à hóspede, que além de recusar precisou explicar a situação. Após esse episódio a família comprou refrigerante diet e algumas frutas. Lailla levou o que precisava do Brasil: frascos de insulina (uma de cada tipo), um pacote de seringas e 5 caixas de tiras reagentes. Tudo na bagagem de mão. Não teve problemas. Lá, entretanto, foi difícil manter uma alimentação saudável. A família só comprava comida pronta. Pela manhã, comia comia torrada com geléia, ovos, bacon e arroz. À noite invariavelmente tinha pizza. Às quartas-feiras, a escola organizava um “encontro para comer asa de frango”. Verduras e legumes eram caríssimos. “Paguei um dólar (na época cotado a R$ 2,56) por uma cenoura. Para evitar comer só sanduíche, comprava sopa enlatada” conta a estudante. Apesar da dieta, Lailla conseguiu (para surpresa da família) manter a glicemia muito mais controlada. No Canadá, ela triplicou o número de medições. Fazia seis vezes ao dia. “O preço da insulina, fitas e seringas eram muito mais baratos.Um pacote de seringas, da mesma marca que usava aqui, custava US$ 2,50 (cerca de R$ 6,50, na época), quase três vezes a menos que aqui”, lembra. Antes de autorizar uma viagem dessas, muitos pais se perguntam se o filho está preparado para se cuidar sozinho. A resposta é simples: se não estiver, vai aprender. Para a psicóloga Dra. Filomena Russo, especialista em família, essa é uma experiência que pode ser enriquecedora para todos. Se dentro de casa os limites são maleáveis, fora nem sempre é assim e o jovem precisará se adaptar a novos costumes, regras, ritmos e estilos de vida. É uma boa oportunidade para respeitar diferenças e aprender a ser mais flexível e tolerante. Antes da viagem, o estudante até poderá ser preparado para o que virá, mas nada poderá substituir a experiência real. Além disso, toda aventura tem um componente de medo que, nesse caso, pode ser protetor. A família que recebe um elemento novo pode aprender mais sobre si mesma e os pais, cujos filhos viajam, ganham mais tempo para olhar para os demais filhos e para si mesmos. Não são poucos os que se olham através dos filhos. Até para esses, a viagem do filho traz vantagens. Pela história de Lailla, é possível perceber que nem tudo saiu exatamente como planejado, mas talvez esteja aí o melhor da experiência: o imprevisível. Quanto mais precauções forem tomadas, menores serão os contratempos, mas é importante que todos estejam preparados para enfrentá-los caso eles surjam. Dicas para um intercâmbio seguro - Procure uma empresa idônea, conhecida no mercado e busque informações com quem já viajou. - Conheça as opções de intercâmbio que o mercado oferece (curso de férias, high school, MBA, curso de idioma + arte, esporte, gastronomia, voluntariado, etc). - Há escolas que atendem estudantes com os mais variados graus de conhecimento da língua, mas quanto maior for o seu, mais produtivo será. - Verifique os documentos necessários, as vacinas e as regras para permanência no país escolhido. - Faça um check up antes da viagem e se tiver que seguir algum tipo de tratamento, leve o histórico, as orientações, e as prescrições do seu médico traduzidos para o idioma do país em que será feito o intercâmbio. - Para viagens curtas, procure levar medicamentos suficientes para todo o período em que estiver fora. - Procure o máximo de informações sobre o tipo de alojamento em que ficará. - Se for se hospedar numa casa de família, faça contato antes e exponha suas necessidades especiais, se for o caso. - Conheça e siga as regras da instituição e do país onde for estudar. |

